Museu de Arte Moderna de Buenos Aires reúne mais de sete mil obras

O bairro de San Telmo, tão famoso por sua feirinha de antiguidades e por seu perfil mais boêmio, tem também outro motivo bem interessante para ser visitado: o Museu de Arte Moderna de Buenos Aires. O MAMBA tem mais de sete mil obras de arte moderna e contemporânea, argentinas e internacionais.

Museu de Arte Moderna de Buenos Aires reúne

mais de sete mil obras

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Fundado na década de 1950, o Museu de Arte Moderna de Buenos Aires funcionou inicialmente onde hoje é o Teatro General San Martín. Desde 1989, no entanto, ocupa um belo prédio de tijolos aparentes na Avenida San Juan, 350. Além de obras de arte moderna e contemporânea, conta também em sua coleção com obras de desenho gráfico e industrial.

Museu de Arte Moderna de Buenos Aires: Acervo de luxo

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A coleção do Museu de Arte Moderna de Buenos Aires tem nomes de peso no cenário mundial, como Salvador Dalí, Pablo Picasso, Joan Miró e Henri Matisse. O acervo permanente do museu reúne produções de arte contemporânea desde a década de 1940 até os dias atuais.

Exposições temporárias

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O Museu de Arte Moderna de Buenos Aires também abre suas portas para exposições itinerantes, claro. Atualmente, três mostras fotográficas podem ser visitadas, com obras dos argentinos Alberto Goldstein e Aldo Sessa e da sul-africana Zanele Muholi. As mostras permanecem até o dia 27 de maio.

Alberto Goldstein: o “pai da fotografia

contemporânea argentina”

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No caso de Goldstein, “La materia entre los bordes” traz 300 fotografias que fazem uma retrospectiva do trabalho do artista no período de 1982 a 2018. Considerado por muitos como o “pai da fotografia contemporânea argentina”, nessa mostra Goldstein lança mão de diferentes suportes e formatos, como a foto analógica em preto e branco, a projeção de slides, entre outros. Muitas das fotografias estão sendo expostas pela primeira vez.

Aldo Sessa: produtividade e talento

Na expo “Archivo Aldo Sessa 1958 – 2018”, 700 fotografias oferecem um olhar sobre o conjunto da obra deste que é um dos fotógrafos mais produtivos do país. Os trabalhos – muitos deles inéditos – foram selecionados entre cerca de 800 mil obras do artista criadas no período.

As fotografias mostram a Buenos Aires das décadas de 1950 e 1960; sua atuação como fotojornalista entre os anos 1970 e 1980; seu trabalho sobre o Teatro Colón durante cinco anos; e seus registros em viagens internacionais; entre outros.

Zanele Muholi: Ativismo visual

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A fotógrafa sul-africana Zanele Muholi se auto-define como uma ativista visual, defensora dos direitos humanos, especialmente da comunidade LGBTQI da África do Sul. O projeto “Somnyama Ngonyama (Salve, escura leoa)” traz uma série de autorretratos inspirados em situações discriminatórias que Muholi viveu em seu próprio país e em outros lugares do mundo. Ela usa adereços e materiais do cotidiano para provocar o expectador e trazer à discussão questões como gênero, cultura e história.

Serviço:
Museu de Arte Moderna de Buenos Aires
Endereço: Avenida San Juan, 350
Horário de funcionamento:
Terça a sexta: das 11h às 19h
Sábados e domingos: das 11h às 20h
Feriados: das 12h às 18h
Entrada: $30 (pesos argentinos). Às terças a entrada é gratuita.

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About the Author:

Adriana Albuquerque
Piauiense de nascimento, cearense de coração e casada com um portenho, Adriana adotou Buenos Aires há 7 anos. Ela é formada Comunicação Social, e mãe de uma adolescente e de um filho pequeno. Uniu-se à equipe da Aguiar para produzir posts para o blog e hoje é a nossa redatora mais ativa. Provavelmente você já leu e anotou uma dicas que ela passou. Apaixonada pelo Brasil, aprendeu a amar também Buenos Aires. Já não pode viver sem mate, o chimarrão local. Adora ler, comer e viajar.